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Você não precisa ser financeiro para sentir isso:
“Será que não saiu mais caro contratar gente do que terceirizar?”
Vamos colocar na mesa, de forma humana e pé no chão, a diferença entre ter um funcionário interno e contratar um BPO Financeiro.


Contratar funcionário x terceirizar BPO Financeiro: o que realmente custa menos?

Quando o pequeno empresário pensa em “organizar o financeiro”, quase sempre vê duas opções:

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  • Colocar alguém dentro da empresa para cuidar disso.
  • Ou terceirizar para uma consultoria especializada (BPO Financeiro).

No papel, parece que o funcionário é mais “barato”, porque você olha só para o salário.
Na vida real, o custo é bem maior – e não só em dinheiro.


1. O custo invisível de ter um funcionário interno

Vamos começar pelo caminho mais tradicional: contratar alguém CLT para cuidar do seu financeiro.

O que vem junto com esse “salário”:

  • Encargos trabalhistas (INSS, FGTS, férias, 13º, possíveis horas extras).
  • Tempo de treinamento até a pessoa entender seu negócio.
  • Risco de erro: um pagamento esquecido, um imposto atrasado, um boleto vencido.
  • Dependência de uma única pessoa: se ela sai, tira férias ou fica doente, o financeiro para.

Além disso, tem um ponto que quase ninguém fala:
Para alguém fazer um financeiro bem feito, essa pessoa precisa de supervisão.
Se você não entende minimamente o que está sendo feito, você fica refém.

Na prática, você paga:

  • Com dinheiro (salário + encargos).
  • Com tempo (treinar, acompanhar, corrigir).
  • Com preocupação (medo de erro, medo de desorganização, medo de fraude).

E, se a pessoa não encaixar, você volta para a estaca zero: processo seletivo, contratação, treinamento de novo.


2. Como funciona o BPO Financeiro na vida real

BPO Financeiro é, basicamente, ter um time externo de especialistas cuidando das rotinas financeiras do seu negócio, como se fosse seu financeiro, mas sem estar dentro da sua folha.

O que normalmente entra nesse pacote:

  • Lançamento de contas a pagar e a receber.
  • Conciliação bancária (conferir se o que entra e sai bate com a realidade).
  • Emissão de boletos, notas fiscais e relatórios.
  • Organização do fluxo de caixa.
  • Apoio na tomada de decisão (mostrar o que está acontecendo com o dinheiro).

Em vez de você depender de uma única pessoa, você passa a contar com um processo:

  • Tem método.
  • Tem conferência.
  • Tem padrão de trabalho.
  • Tem alguém que responde por isso.

Você não precisa ensinar do zero “como fazer financeiro”.
Você explica como é o seu modelo de negócio, e a equipe adapta o método à sua realidade.


3. Dinheiro: o que parece caro, mas não é

Quando compara “funcionário x BPO”, muita gente olha só para uma linha:

  • “CLT ganha X, BPO custa Y.”

A pergunta não é só “quem ganha menos”.
A pergunta é: quem entrega mais pelo que custa?

Com funcionário, você paga:

  • Salário.
  • Encargos.
  • Férias.
  • 13º.
  • Possíveis rescisões.
  • Ferramentas (sistema, computador, espaço físico).

Com BPO, você paga:

  • Um valor fixo combinado (normalmente menor do que o custo total de um funcionário).
  • E, em alguns casos, um extra se pedir algo muito fora do combinado.

Mas o ponto-chave está aqui:
Um financeiro bem feito, seja interno ou terceirizado, paga o próprio custo quando:

  • Evita juros e multas por atraso.
  • Evita pagar impostos errados.
  • Mostra onde você está perdendo dinheiro.
  • Te ajuda a precificar melhor e lucrar mais.

A diferença é que, no BPO, você contrata alguém que já chega com o “jogo aprendido”.
Você não precisa gastar meses até a pessoa entender o básico.


4. Tempo e cabeça: a conta que quase ninguém faz

Tem uma coisa que não aparece no extrato do banco, mas pesa muito: o tempo mental que o financeiro consome.

Com funcionário interno, o que costuma acontecer?

  • A pessoa te chama para tirar dúvida.
  • Você precisa conferir se está certo.
  • Quando não entende um relatório, você pede explicação.
  • Quando dá problema, quem leva bronca do banco, do contador ou do cliente é você.

Ou seja: você terceiriza a digitação, mas não terceiriza a responsabilidade.
Continua tudo na sua cabeça.

Com um BPO bem estruturado, a lógica é outra:

  • Você recebe um resumo pronto.
  • Você faz perguntas sobre o relatório, não sobre “onde está tal boleto”.
  • Em vez de “cadê a nota?”, a conversa vira “como a gente pode sobrar mais dinheiro?”.

Você ganha:

  • Horas da sua semana de volta.
  • Menos ansiedade na hora de olhar o extrato.
  • Mais espaço mental para pensar em cliente, venda, produto, posicionamento.

Isso não é romantização.
É só enxergar que financeiro não custa só em dinheiro.
Custa em energia.


5. Segurança: e se a pessoa que cuida do meu dinheiro errar?

Essa é uma pergunta justa.
Dar acesso ao financeiro assusta mesmo.

Com funcionário interno:

  • Se a pessoa erra, você paga o preço.
  • Se ela vai embora, leva junto o conhecimento do dia a dia.
  • Se não tiver processo, qualquer substituição vira caos.

Com BPO:

  • Você tem procedimento documentado.
  • Tem mais de uma pessoa envolvida no processo.
  • Tem conferência e revisão.
  • E, principalmente, você tem uma empresa respondendo, não uma pessoa física isolada.

Isso não quer dizer que BPO nunca erra.
Quer dizer que, quando existe método e equipe, o risco diminui muito.
E, se algo acontece, tem estrutura para ajustar rápido.


6. Afinal: o que é melhor para você neste momento?

Não existe resposta única.
Mas alguns cenários ajudam:

  • Se você está começando, vende bem, mas ainda não consegue absorver o custo total de um funcionário com encargos, BPO tende a ser o caminho mais inteligente.
  • Se você já tem um volume muito grande, processos bem definidos e quer alguém fisicamente presente todos os dias, talvez um modelo híbrido faça mais sentido (BPO + alguém interno operacional).

A pergunta que você pode se fazer agora é:

“Eu quero ser gestor de pessoas de financeiro ou quero ser dono focado em crescimento?”

Se a resposta for a segunda, faz muito sentido pensar em BPO como parceiro de longo prazo, não só como prestação de serviço.


7. Como eu posso te ajudar a decidir isso sem chute

Na Holig, eu não vendo “planilha bonita” nem “relatório que você não entende”.
Meu trabalho é pegar esse peso da sua mão e te entregar:

  • Clareza de quanto custa cada opção (funcionário x BPO) para a sua realidade.
  • Projeção de caixa mostrando impacto disso nos próximos meses.
  • Um plano de ação que te permita organizar o financeiro e, a partir daí, vender mais com segurança.

Se você quiser olhar esse cenário com calma, sem compromisso, é só me chamar no WhatsApp:
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A gente faz as contas juntos, olha para o momento da sua empresa e decide, com base em número e em realidade, não em “achismo”, qual caminho te deixa mais leve, mais seguro e, principalmente, com mais dinheiro sobrando no fim do mês.